Clima dita ritmo da soja no país

No Rio Grande do Sul, a colheita ainda ocorre de forma inicial e pontual

No Rio Grande do Sul, a colheita ainda ocorre de forma inicial e pontual – Foto: USDO mercado brasileiro de soja segue influenciado pelo ritmo da colheita, pelas condições climáticas e pelo comportamento dos portos, em um momento decisivo para a consolidação das estimativas de safra. Levantamento da TF Agroeconômica aponta cenários distintos entre os estados do Sul e do Centro-Oeste, com impactos diretos sobre preços e expectativas de produção.

No Rio Grande do Sul, a colheita ainda ocorre de forma inicial e pontual, com atenção redobrada ao clima de fevereiro, considerado determinante para confirmar a projeção acima de 21 milhões de toneladas após a quebra de 2025. Chuvas irregulares afetam o enchimento de grãos em algumas microrregiões. O Porto de Rio Grande registrou R$ 130,00 por saca, alta de 1,56%, enquanto março/26 foi indicado a R$ 129,00. No interior, Ijuí e Cruz Alta marcaram R$ 117,00, Passo Fundo R$ 118,00 e Santa Rosa R$ 115,00.

Em Santa Catarina, o mercado mantém liquidez travada e foco no abastecimento das indústrias de carnes. O Porto de São Francisco do Sul subiu para R$ 128,00, alta de 1,59%. No interior, Palma Sola chegou a R$ 118,00, Rio do Sul permaneceu em R$ 117,00 e Campos Novos operou a R$ 136,00.

AGROLINK – Leonardo Gottems

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